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Putaria Musical

Putaria Musical
Estilo bem brasileiro

É preciso alguém de coragem para chamar “A SAFADEZA PELO NOME”







Exite um poder supercorrupto mas que cobra decência de todo mundo? Sim. Ele se chama mídia. Conhecido por Quarto Poder, é o mais corrupto dentre todos os poderes constituídos pela sociedade – lembrando que o Quarto Poder não é contituído, mas aceito pela sociedade.



Agora, o que faz com que ela [mídia] seja corrupta? A sua hipocrisia. Vamos aos fatos: moral. Todo dia você observa a mídia pegar no pé dos políticos por causa do comportamento ético deles. Todo dia a mídia cobra deles um comportamento de acordo com certos principíos morais. Correto isto? Sim, desde que a moral defendida para políticos seja comum em toda a sociedade. O problema é que a sociedade brasileira careçe exatamente deste princípio, mas a mídia abstém-se de dizê-lo. “Ah, não concordo contigo”. Bem, concordar ou não é um direito da pessoa, assim como é meu direito expor os fatos que sustentem minha tese de que a sociedade brasileira carece de moral.

 Mas, vamos ao ponto: o que impediria um sujeito de beber, pegar um carro e sair em alta velocidade, causando após isto uma tragédia? Consciência moral, atitude (ética), etc. O Brasil é o pais do mundo que mais mata no trânsito, principalmente mortes causadas por motoristas bêbados. Isto não é um problema político, mas um problema moral da sociedade. E Você já viu a mídia (Quarto Poder) acusar a sociedade de desrespeitar os princípios éticos neste caso? Não. Ela culpa os políticos, como se eles fossem os culpados pela existência de cachaceiros irresponsáveis.



Prostituição Infantil: você sabe onde começou? Nos programas da TV aberta. A libertinagem dos programas da TV aberta é a maior responsável por desestruturar os valores morais da família criando ambientes propícios à violência sexual contra crianças. O maior culpado disto não é exatamente o pedófilo - salvo algumas exceçôes, mas da mídia que construiu o ambiente ideal para tal prática. Ao introduzir cenas de alto teor erótico na tv, ela idealizou uma consciência de moral relativizada em toda a sociedade. Desde a criança até o adulto, vivem sob este ambiente promíscuo, cultivando-se portanto um ambiente ideal a qualquer prática libidinosa ilegal.



Xuxa seduzindo criança de 12 anos no filme "Amor Estranho Amor"

Prostituição: mas o pior feito da mídia (Quarto Poder) foi a relativização do conceito de Prostituição. Para não ver seus profissionais do Quadro de entretenimento serem condenados pela sociedade por seus atos promíscuos seja diante das câmeras seja na sociedade, a mídia destruiu o conceito de prostituição, legalizando moralmente tal prática.


Início da Pedofilia legalizada moralmente: Filme Amor Estranho Amor


















Xuxa seduzindo uma criança no filme "Amor Estranho Amor"





Hoje homens e mulheres “vendem seus corpos” para emissoras de TV, revistas, estúdios traduzindo moralmente um caso de prostituição mas, absurdamente, a sociedade alienada ao novo conceito moral da mídia, não vê isto como prostituição. E qual o problema disto? A juventude. O problema é que muitas das celebridades, principalmente do sexo feminino, são espelho para a juventude. E este fato tem criado na sociedade uma intensa erotização do meio ambiente jovem, criando futuros neuróticos sexuais sem nenhuma barreira moral. Além da vida vazia, sem sentido, vivendo apenas para o prazer momentâneo tais jovens partem cedo para as drogas. A falta de afeto mais profundo em suas relações faz com que estes jovens busquem prazer nas drogas, coisa que não encontram em suas relações. “Turbinam” suas relaçôe afetivas com drogas por que viram cedo demais que sexo sem afeto não traz prazer como pensavam. Estes jovens passam a vida assistindo os malabarismos sexuais das celebridades em filmes pornô. Mas quando partem para a realidade, fora das telas, descobrem que não tiveram sucesso em obter prazer como propaga os filmes eróticos. Resultado: drogas. As drogas é o resultado da libertinagem da mídia, ao propagar sexo sem afeto, sem amor, que traduz em vidas vazias, vazias do prazer que tanto buscaram. Culpa de quem? Da Mídia. Mas isto ninguém diz.







Comentário fora do texto:

A mídia transformou o lar brasileiro em uma extensão dos prostíbulos. Cenas reservadas a putêros, clubes eróticos e casas do gênero hoje é vista em qualquer TV. Prostitutas e cafajestes (segundo o conceito antigo de prostituição) expôem seus dotes sexuais como se estivessem no palco de algum prostibulo de luxo, sem nenhum impedimento.









O apresentador Chacrinha foi o primeiro apresentador de TV que descobriu as vantagens de tranformar o palco de um prostíbulo em palco de TV. Da noite para o dia virou uma celebridade, um momumento da cultura brasileira, mesmo seu programa sendo comum e sua perfomance como apresentador medíocre. Hoje ele é lembrado como um ícone da TV brasileira, não pela qualidade do seu programa mas por ter entendido as vantagens de aliar entretenimento familiar com prostitutas semi-nuas em posições eróticas.



Piada sobre putaria musical

Alienígenas Aterrorizam Comunidade Artística



Diversos grupos musicais, conhecidos pela imoralidade de suas músicas e danças estão sendo raptadas e enviadas ao passado. Um famoso grupo baiano, diariamente visto na mídia, foi a primeira vítima. "Nos aprontavamos para apresentar para um grupo de jovens e crianças quando, subtamente uma luz apareceu e apagamos", diz a celebridade, que não quiz se identificar.

Segundo as autoridades, logo que são raptadas, os músicos são enviados para a imediação de algum prostíbulo do passado. "Isto já está acontecendo há dois anos", diz um policial. Logo que chegam, os músicos se dirigem para o estabelecimento para, aproveitando o gancho, se apresentar para nossos antepassados. Este grupo passou pelo maior vexame. "Logo que adentramos o estabelecimento, o porteiro barrou nossas dançarinas, alegando que estavam nuas. Mas não foi só. O proprietário nos convidou para uma apresentação mas, logo que nossas dançarinas e dançarinos iniciaram sua performance, o proprietário nos expulsou do palco com bastante brutalidade", queixa outro integrante do grupo. Houve discussão. O proprietário disse que nossas danças e músicas eram imorais demais para seu estabelecimento. Segundo ele, ali era um prostíbulo, mas não aceitava putaria daquele tipo.



Ao ser informado que nosso grupo, antes de voltar no tempo, preparáva-se para uma apresentação para crianças e adolescentes, várias prostitutas desmaiaram. Uma delas, estarrecida, perguntou:



"Vocês apresentam esta pornografia para crianças? Mas, nem no nosso prostíbulo ousamos dançar da forma que vocês dançam, e você me diz que dançariam para criancinhas? Que mundo é este em que voces vivem? Não existe mais moral e nem decência nele?" Uma das prostitutas que desmaiara, teve uma parada cardíaca. A situação saiu totalmente do controle.

Dirigindo-se para dois dançarinos, ela ainda inquiriu "Vocês dois por exemplo estavam fingindo uma trepada. Como podem praticar tais cenas diante de uma criança ou adolescente? Vocês não tem vergonha na cara?" Foi um pandemônio. "Fomos expulsos do prostíbulo" queixa um dos integrantes. “Muitos clientes começaram a xingar nossas dançarinas de vagabundas, ao saberem que as danças e músicas do grupo eram apresentadas para crianças e adolescentes. Um deles chegou a sacar uma arma para matar-nos, tão revoltado ficou quando eu contei que nosso grupo apresentava até para crianças”.


Várias autoridades foram procuradas para dar esclarecimentos mas, segundo elas, está sendo formada uma CPI para averiguar se o governo federal tem alguma culpa no caso. Um importante crítico da conduta moral dos políticos tem a teoria de que o fato dos músicos serem conduzidos às imediaçôes de alguma casa de prostituição do passado é um complô alienígina para desmoralizar (moral dos meios de comunicação) tais grupos musicais. " O fato de suas músicas e danças parecerem pornografia é irrelevante, pois eles contribuem com a arte brasileira e o lucro de nossa patota. Portanto, merecem o respeito da mídia" completa o crítico.

Notícia velha sobre putaria musical




"Baile funk em favela é reunião de vagabundos".

A frase acima é do coronel Marcus Jardim, considerado linha dura dentro da PM do Rio de Janeiro, e que pretende reprimir com rigor os bailes funks sem autorização prévia. O fato vem causando uma grande polêmica e o coronel diz que "como comandante de um batalhão ou agora de uma área de comando, não tenho poder para proibir esses bailes, mas posso dificultar a sua realização, pois estes eventos são utilizados pelos criminosos para a venda de drogas".

A lei 5.265, de autoria do deputado cassado e ex-chefe de polícia Álvaro Lins, diz que para realizar baile funk é necessário solicitar autorização com 30 dias de antecedência, , ter comprovante de tratamento acústico, ter um banheiro químico para cada 50 pessoas e câmeras, além de informar a expectativa de público, o número de ingressos colocados à disposição, nome do responsável pelo evento, área para estacionamento e previsão de horário de início e término do baile.

Os profissionais que realizam bailes funks acusam a medida de discriminação e para o presidente da Apafunk (Associação de Profissionais e Amigos do Funk), Leonardo Mota, conhecido como MC Leonardo, "a proibição é como se rasgasse a constituição federal. Isso vai tirar uma oportunidade de trabalho da vida de muitos meninos. O que mais revolta é que para o funk não há julgamento, o ritmo é condenado desde sua criação".

Muitos moradores de favelas relatam que a polícia está proibindo até que eles ouçam a música funk dentro de suas próprias casas. O tenente-coronel Luigi Gatto, comandante do 18º Batalhão de Polícia Militar, afirma que a PM só proibe a execução da música dentro das casas baseada na lei do silêncio e quando algum vizinho reclama. Quanto à proibição dos bailes, declara: “Não conheço baile funk em comunidade que não tenha tráfico de drogas, porte ilegal de armas, corrupção de menores e apologia ao crime”, mas afirma que se o evento for realizado dentro da lei 5.265 ele não se opõe.





Comentário do blog



"A polícia não deixa a favela se expressar."



Eu resolvi comentar este artigo por causa deste comentário do MC. O que será que este merda quiz dizer com "polícia não deixa a favela se expressar"? Pelas cenas comuns nos bailes funk, o expressar artístico da "A Favela" deve ser só putaria e maconha. Pelo que MC Leonardo disse, favelado é sinônimo de "Puta" e traficante, já que é o que se vê nestes bailes. Será que é a tão famosa síndrome do favelado?



Prostíbulos copiam programação familiar







Onde surgiu a idéia da "Banheira da Sacanagem", quadro obrigatório em qualquer prostíbulo de luxo no Brasil? Você pode não acreditar, mas a "Banheira da Sacanagem" foi vista pela primeira vez em um programa familiar. Brincadeira? Piada? Não. A "Banheira da Sacanagem do Gugu" é hoje vista em praticamente todos os prostíbulos (Clubes eróticos) de "respeito" do país e, absurdamente, era um quadro voltado para adultos, adolescentes e crianças. Quadro domingueiro, do genero Pornô Light, virou febre nacional, visto em qualquer lugar sórdido, promíscuo. Qualquer Casa Erótica que você entrasse, a atração da noite era a "Banheira da Sacanagem". Qualquer prostíbulo de Quinta Categoria tinha lá a sua versão da "Banheira da Sacanagem do Gugu".

A "Banheira da Sacanagem" somado ao estilo "Putaria Musical" (É o Tchan e Companhia do Pagode) foram os responsáveis por manter elevados os níveis de audiência do Domingo Legal do Gugu. Não havia programa que batesse a pornografia da "Banheira da Sacanagem" e das danças e músicas comuns neste programa.


Se tal programa conseguiu corromper até prostíbulos, imagine o estrago que fêz na sociedade brasileira.


Vale ressaltar que mesmo evidentemente sendo quadros eróticos, nenhuma autoridade surgiu para tentar impor limites à sacanagem domingueira do programa do Gugu. Foi quase uma década corrompendo a juventude brasileira e contribuindo para a dissolução moral da sociedade. Se este quadro pornô fosse apresentado na TV de algum país Europeu, certamente seria tirado imediatamente do ar. Mas aqui é Brasil, o Pais do Carnavel. Tem razão o mundo inteiro pensar que no Brasil só existe puta, veado, carnaval e futebol.



Banheira da sacanagem que não era sacanagem

Quero que observem esta sequência de imagens e me respondam em que prostíbulo, putêro ou casa do gênero foram gravadas estas cenas:
















































Conseguiram descobrir em qual prostíbulo foram gravadas estas cenas eróticas? Não? Bem, na verdade todo mundo sabe onde foram gravadas tais cenas. Todo mundo, mesmo as crianças, sabem da famosa Banheira da sacangem do SBT, que elevou os níveis de audiência de tal emissora às alturas. Tais cenas são próprias de prostibulos (ou Clubes Eróticos, nome moderno para um pecado antigo) mas o Gugu e sua equipe os tranformaram em febre nacional. Qual o macho que perdia a oportunidade de verem safadas nuas (Semi-nuas?) em posiçôes estratégicas?


O problema é que a juventude brasileira, incluindo crianças, passaram a maior parte de suas vidas assistindo esta putaria domingueira. Durante anos e anos o que deveria ser visto nos putêro mais sordidos, era mostrado sem pudor e nem vergonha em uma das maiores redes de TV do país. E pior, todo mundo fingia que aquilo ali não era o que víamos - uma sem vergonhice - mas era apenas divertimento inocente. A degeneração moral da sociedade brasileira era [é] tamanha que transportaram cenas de prostíbulos para dentro das casas de família e todo mundo fingia, inclusive as autoridades, que aquilo era algo inocente, puro, que não influía de maneira alguma na precocidade sexual da juventude.


Eita Brasil. Não é só político que não tem vergonha na cara por aqui. Tal qual é os políticos, é a nação brasileira.

Popularesco continua dominando Salvador


P.A.G.O.D.E (Porcaria Auditiva Ouvida por Desprezíveis Estupidos)
Por: JOSÉ JOAQUIM SANTOS SILVA



Fonte: Para Ler e Pensar


Olha eu aqui de novo amigos leitores escrevendo sõbre essa porcaria e sempre que vejo e escrevo sôbre isso, fico pensando: ''''Como existe pessoas que realmente compram lixo". Estes cds alem de levar as meninas a um estado banal de mostrar a $%&*@|! ainda leva letras sem sentido e xulas. Outra coisa que não aguento é que muitas musicas boas não passam na televisão, enquanto esses tal de P.A.G.O.D.E (Porcaria Auditiva Ouvida por Despresiveis Estupidos) passa direto na televisão. Isso serve como uma critica as pessoas sem cerebro que apoiam isso.
Salvador está vivendo o ápice, ou melhor, o fundo do poço do processo de mediocrização da cultura. Antigo pólo cultural de excelência, a capital baiana vem sendo ridicularizada com uma sucessão de modismos popularescos, da axé-music ao pagode.
É que estamos no final dos tempos e infelizmente está em alta a banalização do que não presta. Então essas pessoas se apegam em tudo que não presta mesmo sabem porquê. Eu digo agora.
Para esquecer que não tem mais um amor, que está desempregado, que não tem o que comer mais tarde, a falta de dinheiro no bolso, problemas em família, traições da mulher, traições do marido e por aí vai.
Se eu for enumerar as circunstância que levam esse povão a apologia de umas imoralidade dessas, levaria eu muitas e muitas horas. Mas vamos falar de coisas boas.
A capital baiana já viveu tempos prósperos na cultura. Falar de Jorge Amado e Dorival Caymmi virou lugar-comum mas, de fato, ambos se tornaram expressão máxima da cultura baiana. Depois, vieram muitos nomes de diversas modalidades artísticas: o Teatro dos Novos, cujo reduto foi o Vila Velha, nos anos 50, e de onde saiu o ator Othon Bastos, de grande destaque nacional. A Tropicália teve pelo menos cinco personagens baianos: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Maria Bethania e Tom Zé, nomes de vanguarda e do mainstream. Teve o rock peculiaríssimo de Raul Seixas, surgido num tempo em que era raro haver roqueiros no Brasil. O Cinema Novo viu seu cineasta mais audacioso, Glauber Rocha, surgir na Bahia. Há o historiador Cid Teixeira e houve o crítico de cinema Walter da Silveira, nomes comprometidos com a memória cultural baiana, Temos com orgulho e prazer, um cara que eu Joaquim sou fã numero um no canal que ele estiver sendo entrevistado eu paro tudo para vê-lo e ouvi-lo É o Dr Eucimar Coutinho o maior cientista do mundo em reprodução humana e controle da natalidade. Conhecido e respeitado assim também como seus planos e projetos em todos os países de primeiro mundo onde há uma infinidade de grandes nomes.

Salvador, até 1964, era uma potência cultural brasileira. Depois do golpe militar, Salvador foi ferida aos poucos, e parece ter sido torturada, embora o projeto urbanístico de ACM, com todo o caráter duvidoso do atual senador, tenha sido ponto positivo em mar revolto e perigoso da época ditatorial. Golpeada, Salvador tentou resistir com a Tropicália e com a pós-Tropicália dos Novos Baianos, de Armandinho, Dodô & Osmar e o grupo A Cor do Som, que reuniu músicos de diversos estados e até um estrangeiro (Victor Biglione, argentino radicado no Brasil há muitos anos).

Mas as travessuras políticas e a alienação imposta ao povo levaram a capital baiana a sucumbir à mediocrização, tendo seu último suspiro no samba-reggae dos blocos afro, que nos anos 90 deu lugar a um pop-afro pasteurizado para turista ouvir, dos quais o Araketu é o exemplo mais vergonhoso, reduzido a um grupo de axé-brega altamente meloso e tolo. E isso com a ascensão de raposas-velhas da vida política local. É vergonhoso que um dos "radialistas" mais populares de Salvador seja um ex-prefeito acusado de corrupção, que roubou não só o dinheiro do povo mas sua boa-fé.
Por outro lado, depois que essas coisas que se auto-intitulam " artistas" tupiniquins invadiram as cabeças desses adolescentes e alguns coroas sem-juizo, nunca mais se trouxe uma banda internacional de nome para se apresentar por aqui. Eu vi a banda * Men At Work*. Verdade, mas isso foi em 1989. Vinte anos atrás. Lembro-me que meu filho caçula tinha meses de nascido. E hoje ele conhece e gosta desta banda graça a tecnologia do pai e do DVD.

Embuste constrangedor

E não pára aí. O que parece ser uma "renovação cultural", a axé-music, na verdade é um movimento meramente comercial. Que valor musical têm Chiclete com Banana, Asa de Águia, Banda Beijo, Pimenta Nativa, Banda Mel, entre outros? Nenhum. Mas o pior nem está neles, que parecem se destinar a fazer música para adolescentes riquinhos e turistas alcoolizados a cambalear em carnavais e micaretas mil. O pior está em outros gêneros, baianos ou não-baianos, consumidos passivamente por um povo pobre que acredita que toda essa porcaria preparada artificialmente pela indústria fonográfica é "música popular por excelência". Sob as bênçãos da mídia cultural.

Bênção dada ao breganejo de Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano, Daniel (com e sem João Paulo) e Leonardo (com e sem Leandro) etc.. À lambada requentada em forró eletrônico de Mastruz com Leite, Magníficoss e na "nova sensação" Calcinha Preta (nome de muito mau gosto para um grupo musical; e já tem outro, Cueca Branca) etc. Ao "batidão" que muitos pensam ser funk, como MC Serginho, Bonde do Tigrão, Latino etc. Ao romantismo tosco de Layrton dos Teclados e Asas Livres, ou ao pedantismo pseudo-MPB de Alexandre Pires. E ao pagode paulista de Só Pra Contrariar, Negritude Júnior, Belo etc.

Mas, o pior disso tudo é o pagode baiano, dotado de altas doses de pornografia, grosseria e brutalidade sonora, com ritmos monocórdicos e, por isso mesmo, mais pobres em acordes e melodias do que o punk rock.

O pagode baiano é visto com piedade pela grande mídia. "Desprovidos" (ou superprovidos?) de preconceitos, alguns modernosos justificam a grosseria como se o povo fosse grosseiro por natureza. Alguns "misericordiosos" de plantão chegam a falar em "pagode de qualidade", "samba de raiz" (só porque se usa o cavaquinho) e "ritmo gostoso". Quem não se lembra do constrangedor embuste chamado É o Tchan, que desmoraliza o gênero tão bem trabalhado no passado por Pixinguinha, Cartola, Noel Rosa, Nelson Cavaquinho etc.? Picaretagem de fazer o Milli Vanilli (aquela armação germano-americana) parecer um primor de sinceridade, o É O Tchan foi um grande hype, que a mídia "cultural" consagrou. Carla Perez, a dançarina do grupo, foi promovida como uma Leila Diniz às avessas, um ícone "moderno" do feminismo – só que pelos estereótipos machistas, da mulher-objeto. Neste caso, é lamentável que digam que a Kelly Key é uma neofeminista. Mas isso é assunto para outro texto.

Patrimônio condenado

É O Tchan teve tudo: demagogia, falta de talento, mentira, fraude. A letra de Segura o tchan, empurrada até ao consumo infantil, impune e explicitamente, faz alusões ambíguas: "Tudo que é perfeito/A gente pega pelo braço/Joga lá no meio/Mete em cima/Mete em baixo/Depois de nove meses/Você vê o resultado." Enquanto isso, as pessoas se enganam com os sorrisos ingênuos de Carla Perez e, mais recentemente, das sheilas, bumbum na Playboy sob os olhares aprovadores das famílias.

Narcotização desse tipo nem o Planet Hemp consegue fazer. A sexualidade precoce das meninas, para alegria dos abomináveis adeptos da pedofilia, acaba fortemente estimulada pelo "espetáculo". Apologia geral da pornografia, estímulo à prostituição a partir do "ingênuo rebolado".

Depois, veio uma infinidade de grupos, até o pagode baiano, no qual os próprios vocalistas rebolam. O negro, que no pagode em geral já é tratado como pateta lascivo, principalmente num estado como a Bahia, que viu nascer o exemplo altamente digno do geógrafo Milton Santos, agora faz o papel de "mulata assanhada", rebolando de forma abjeta e vulgar. Seria a tradução baiana para Village People, aquele grupo de machistas que dança como drag-queens?

É humilhante ver que a juventude gosta dessa música ruim. Não se pode comparar isso ao blues e ao jazz dos EUA do início do século 20, porque naquela época, em que pese a dança e o poder lascivo dessas músicas, havia a preocupação artística, melódica, havia mais dignidade musical. Hoje, o que ocorre são estilos musicais pobres, artificiais, altamente mercantilistas, que não representam dignidade alguma para o povo brasileiro, que não estimulam a auto-estima, e põem os brasileiros numa eterna contemplação do ridículo, que pode criar até transtornos psicológicos, como a própria imbecilização, a alienação crônica e o desejo sexual descontrolado.

O popularesco está acabando com o país, com a Bahia, levando nossos jovens ao consumo de drogas, depois a prostituição, crimes, porradaria dez contra um como se vê nas micaretas e carnavais e também com os outros estados. Falta moralidade, falta dignidade, falta esperança, falta administração municipal. Sim, porque se iludir com a pretensa simpatia dos popularescos, verdadeiros lobos com pele de cordeiro, não é acreditar na esperança nem fortalecer a auto-estima. Sua música de qualidade duvidosa, por si só, contraria severamente a tão rica, versátil e peculiar música brasileira autêntica, cujo patrimônio está condenado ao esquecimento popular.
Esses mercenários querem é esburacar e estreitar mais e mais ainda as ruas da capital para armarem seus camarotes faraônicos, o espaço que sobrar, explodam-se foliões pipocas tomando porrada de PMS só porquê esbarrou sem querer num deles, eles são intocáveis. Apanhar de turma porque você está com sua gata e a turma de malhadinho não. E você já viu algum malhado com mulher?. E também, cair por cima dos isopores dos pobres ambulantes que estão vendendo suas cervejinhas e refrigerantes em lata para garantir o sustento da família.
Ah !!! antes que eu me esqueça tem os cordeiros de blocos que já gostam de quebrar a cara ou o maxilar de quem tocar na corda do bloco...Não pode não viu?......Ou algum cordeiro pegar aquela corda do bloco e enroscar no teu corpo. Geralmente no pescoço ou no braço.
Tudo isso se resume em três ações 1 popularesco 2 Ganância 3 Falta de espaço para o folião.

Mas o Prefeito e os vereadores políticos copa do mundo só aparecem no teu bairro de 4 em 4 anos dizem a tudo isso ......AMÉM .......!!!



comentem: jjsound45@hotmail.com

Tá tudo dominado

Putaria Musical, um estilo pra lá de liberal e bem brasileiro.





Quem assistiu a TV brasileira durante a década de 90 e boa parte da década de 2000 se lembra do estilo musical de um tal de Axé Bahia, protagonizados por diversos grupos nordestinos. Para quem não estava acostumado com ambientes de prostíbulos e puteiros de quinta categoria, estranhou tais grupos na TV aberta, em horário nobre. Mas, para quem já se acostumara com estes ambientes, nada a estranhar. Estava no Script.


Bundas à descoberto no Brasil não é novidade, devido às praias e clubes. Bundas sendo sodomizadas, são estilos de casas de prostituição. Já bundas sendo virtualmente sodomizadas, era novidade na TV brasileira. E se tornou febre nacional. O responsável por esta novidade foi o Grupo É o Tchan que com suas bailarinas transformou aquilo que só se via em puteros em uma febre nacional. Da noite para o dia o "rebolado sodomizado" (Mulheres fingiam serem sodomizadas na dança) se tornou uma mania nacional.




Toda casa onde havia crianças, adolescentes e até, imagine só, "mulheres decentes" era só festa: o "rebolado da sodomização" era praticado com alegria. Não importava a idade, todo mundo caia na dança.



Agora, eu pergunto: como pode isto acontecer? Como deixaram um grupo musical que deveria cantar somente em prostibulos e puteros e casas do estilo cantarem em rede nacional de televisão e, pior, para crianças e adolescentes? E mais: como homens e mulheres já adultos não somente permitiram que seus filhos assistissem à "putaria musical" do Grupo É o Tchan mas praticaram em casa com seus filhos o rebolado da sodomia?


Só existe um resposta: a degenaração moral da sociedade. O fato deste grupo musical e sua dança se tornarem febre nacional se deve ao profundo estado de decadência moral da sociedade brasileira. Muito se fala no Brasil da falta de moral e etica da parte dos políticos, esquecendo-se que os políticos refletem o estado moral da sociedade. Uma nação para se entregar a uma dança do estilo do grupo baiano ela tem que estar em profundo declínio moral. A dança deste grupo era uma cópia exata do ato sexual anal. Desde os primeiros movimentos das dançarinas ao último era uma cópia do movimento do ato sexual, principalmente o ato sodomita.





Então, ver a nação inteira prestar-se a este estilo de música e dança é uma demonstração cabal de que não são somente os políticos que carecem de moral, mas a nação inteira.







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